A Associação dos Magistrados Brasileiros premiou aos eleitores uma lista de candidatos que respondem processo na justiça e disputarão as eleições de Outubro próximo.
A entidade identificou muitos políticos desonestos e que agora, estão rindo a toa dos brasileiros eleitores. Eles possuem seus nomes, no rol dos políticos corruptos, que mancham a vida politica do nosso país, estado e município. Em uma das seções do STF, os Ministros discutiram o respectivo assunto, sobre uma ação de impugnação de candidaturas de políticos com ficha suja na justiça. Como já era, de se esperar, no final do julgamento, eles deliberaram e consentiram a candidatura desses elementos perversos, perigosos, malandros, mentirosos, para se apresentar para a disputa, os candidatos processados pela justiça, salvo os condenados.
Houve muita agitação por parte das entidades que defendem a transparência na politica, mas a decisão do STF foi aplaudida por muitos políticos corruptos, muitos deles incluídos na lista elaborada pela Associação dos magistrados
A lista só incluiu candidatos a prefeitos, vereadores que respondem a ações penais, por improbidade administrativa ou por crime eleitoral. Uma lista que dá aos eleitores, condições de refletir antes de votar no pleiteante, ao cargo que almeja ser eleito.
Esta lista fornecida pela Associação dos Magistrados corretamente divulgada pela imprensa , não prejudica ninguém. Oferece oportuna e legitimamente, informações relevantes para o eleitor.Rebelam-se surpreendentemente, os candidatos contra a divulgação rigorosa dos fatos.
Os processos não uma abstração. Existem. E os leitores tem o direito de receber tal informação.
Trata-se de elementar prestação de serviço à cidadania. Qual o Problema?
Qual o motivo da revolta?
A informação não é um enfeite. É o núcleo da missão da imprensa.
Políticos manifestam crescente desconforto com aquilo que representa os pilares da democracia: a liberdade de imprensa e o direito a informação. Não admitem criticas. só aceitam aplausos.
Mas o mais espantoso é que começam a ficar ouriçados com a simples exposição dos fatos.Investe-se, agora não apenas contra opinião, mas também contra a própria informação.
A Imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam. O poder não é um antro é um tablado. A autoridade não é uma capa, mas um farol! Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública, até a sua vida particular deram paredes de vidro.
O secretismo é um perigo para a democracia. O princípio da presunção da inocência deve ser garantido, mas não à custa da falta de transparência. Não tem sentido querer dar à exposição jornalística dos fatos qualquer viés antidemocrático.
A imprensa, no cumprimento rigoroso de sua missão de informar, continuará dizendo a verdade. Gostem ou não os políticos ou os candidatos.
Na minha opinião, a Suprema Corte se precipitou ao liberar os candidatos com ficha suja. O STF deveria deixar a justiça eleitoral decidir sobre a tese das impugnações de políticos com ficha suja na justiça. O certo é que para essas eleições os candidatos sujos estão liberados.
A imprensa vai ser sempre o caminho da informação. Seremos os seus olhos eleitores. Vigiaremos todos os candidatos corruptos, principalmente os que estão na mira da justiça. Os que respondem processo por improbidade administrativa, estão na mira da imprensa nacional e da Promotoria Pública do seu município. Essa é a nossa missão jornalística.
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