Como seria bom se houvesse eleições todo ano. Desde Janeiro de 2008, nossa cidade virou um canteiro de placas de supostas obras. Algumas placas estão colocadas apenas como enfeite e com objetivo único de enganar a população, pois nem todas as obras estão sendo realizadas e nem todas as obras realizadas são necessárias. Basta a Prefeitura tampar um buraco na rua e pronto, lá está a placa de publicidade e o dinheiro público sendo gasto desnecessariamente com o fim propagandístico.
Infelizmente, se verifica empenho do atual prefeito apenas em obras aparentes, que geram votos e impacto, todavia, a cidade carece também de obras sociais e de infra-estrutura nos bairros mais afastados.
Para impor limites específicos em anos eleitorais, e evitar a utilização da máquina pública em beneficio de um ou de outro candidato, existe a Lei eleitoral e a Lei de Responsabilidade Fiscal, que asseguram a igualdade de oportunidades aos candidatos e estabelecem condutas proibidas aos agentes públicos. Dentre as proibições está a questão da contratação, nomeação, admissão e demissão sem justa causa de trabalhadores nos três meses que antecedem o pleito, assim como, a realização de obras supostamente eleitoreiras, o que significa dizer que qualquer uma dessas medidas só pode ser adotada até o mês de junho do ano eleitoral.
Por tal motivo é que se supõe, que a Prefeitura Municipal trocou a placa da obra do restaurante popular , informando que a realização é do governo Federal. Por isso, ainda não foi inaugurado.
Fato esse, não deve passar em branco, principalmente pelos nossos vereadores.
Tudo o que peço aos políticos é que se contentem em mudar o mundo sem começar por mudar a verdade. Incrível não é pessoal?
Essas eleições se revestem de um grande significado. A hora do Brasil está chegando. Ela soará com o resultado das próximas eleições. O momento das grandes decisões se aproxima, de uma vez por todas, é preciso sacudir a pasmaceira das indefinições e, partir para um amplo consenso em torno de opções estratégicas fundamentais que viabilizem o país.
Para empreender a arrancada que se apresenta urgente e inadiável é preciso restaurar a confiança nas instituições políticas, sacudindo delas, com veemência, os artifícios que neutralizam sua eficácia e enredam o funcionamento do sistema democrático, tornando-o refém de interesses particulares.
Espero que a vontade soberana do povo desta cidade, se faça valer nesta eleição, afim de que caminhemos para uma maturidade democráticas, que respalda o funcionamento responsável das instituições
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