Em todos os lugares em que se possa ir atualmente, onde com muito orgulho palestram aqueles que se autodenominam intelectuais, ou atualizados, ou vanguardistas, passivistas, religiosos, espiritualistas, etc, nota-se a sincera preocupação com o planeta, e consequente interesse em se preservar a natureza. Quanta presunção reside tão só no fato de quererem salvar a Terra
como se ela não o pudesse por se mesmo, e agora devido a um medo indefinido, chamam-na mãe, com uma falsa humildade e um fingimento de arrepiar os cabelos do mais insensível ser humano!
O nosso planetinha se assemelha a uma minúscula folhinha de uma árvore gigantesca, onde, devido ao atuar erróneo dos microrganismos que a povoam, tornou-se fraca, amarelada e prestes a expirar.
Esta folhinha imprestável poderá se desprender do galho naturalmente, simplesmente por não servir mais à árvore, e não fará falta alguma, pelo contrário, uma outra mais forte e sadia nascerá em seu lugar, sem microrganismos teimosos e jactancioso.
Fato idêntico se dá com a humanidade contemporânea.
Felizmente a folhinha sobreviverá, por amor àquelas raríssimas criaturinhas que ainda se esforçam por conhecer a realidade.
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