sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O PERIGO DA NOMEAÇÃO SEM CONCURSO PÚBLICO

O EXCESSO DE CARGOS DE CONFIANÇA,EM ADMINISTRAÇÕES MUNICIPAIS,PODE GERAR PREJUÍZO PARA O GESTOR PÚBLICO MUNICIPAL NO CASO DE NEPOTISMO:HOJE QUALQUER NOMEAÇÃO SEM CONCURSO PÚBLICO É PAGO PELO ERÁRIO MUNICIPAL. SERÁ SEMPRE O ALVO DO MINISTÉRIO PÚBLICO.

A QUESTÃO NÃO É APENAS FICAR COM PARENTES EM FOCO. TALVEZ SEJA AINDA MAIS GRAVE A INDICAÇÃO POLITICA DE GENTE MAL PREPARADA E, EM MUITOS CASOS, MAL INTENCIONADA.
É O QUE OCORRE ATUALMENTE NAS CIDADES BRASILEIRAS.

O PREFEITO ASSUME O SEU CARGO E LOGO VEM A FILA DE CANDIDATOS A VEREADOR QUE NÃO FORAM ELEITOS E CABOS ELEITORAIS E TUDO MAIS PEDIR CARGO NO GOVERNO. UMA BOQUINHA ASSIM DIZENDO PARA USAR O TERMO MAIS JUSTO. INCRÍVEL NÃO É PESSOAL?

E SÃO CENTENAS E CENTENAS DE PEDINTES PARA SEREM NOMEADOS.

OS PARENTES SÃO APENAS A PARTE MAIS VISÍVEL DA POSSIBILIDADE DE NOMEAÇÃO SEM CONCURSO PÚBLICO.

TOCAM MAIS DE PERTO A OPINIÃO PÚBLICA, QUE ENXERGA UMA AÇÃO EM FAMÍLIA AO CONTRARIO NA HISTORIA.

AS INDICAÇÕES POLITICAS, NO ENTANTO, PODEM SER AINDA MAIS DANOSAS.

UM SUPLENTE ASSUME CARGO ADMINISTRATIVO COM INTENÇÕES OUTRAS. NÃO VAI AGIR COMO UM GESTOR. VAI PENSAR NA PRÓXIMA ELEIÇÃO, PRIVILEGIAR SUAS BASES ELEITORAIS, TRANSFORMAR A AÇÃO EM BALÇÃO DE NEGOCIAÇÕES FUTURAS. PARA NÃO DIZER QUE HÁ TAMBÉM AQUELES QUE ASSUMEM O CARGO COM INTERESSES INCONFESSÁVEIS , ESPECIALMENTE AQUELES QUE SÃO, NO JARGÃODO SERVIÇO PÚBLICO, ORDENADORES DE DESPESAS OU RESPONSÁVEIS POR LICITAÇÃO. NESSA SITUAÇÃO, NÃO PODE DAR BOA COISA.

O IDEAL É QUE O NUMERO DE CARGOS EM COMISSÃO SEM CONCURSO PÚBLICO FOSSE REDUZIDO AO MÍNIMO NECESSÁRIO PARA QUE O GOVERNANTE TIVESSE AS PESSOAS DE SUA CONFIANÇA NA ADMINISTRAÇÃO. O RESTANTE DEVERIA SER OBRIGATORIAMENTE ESCOLHIDO ENTRE OS FUNCIONÁRIOS DE CARREIRA, QUE TÊM ESTABILIDADE NO EMPREGO E PODEM RESISTIR ÀS PRESSÕES POLÍTICAS.
SERIA A SUBSTITUIÇÃO DOS INTERESSES ELEITORAIS PELA BOA GESTÃO.


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